Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time

Trilhas de Capacitação

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Indústria Metalúrgica e Siderúrgica

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Indústria Metalúrgica e Siderúrgica.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Indústria Metalúrgica e Siderúrgica
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Indústria Metalúrgica e Siderúrgica.

Público-alvo

gerentes de fábrica, supervisores de aciaria/fundição/usinagem, coordenadores de manutenção mecânica, chefes de turno metalúrgicos e engenheiros de produção

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a supervisores e gestores da indústria metalúrgica, siderúrgica e de fundição

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Mapear "sinais de alerta" de fadiga e estresse em operadores de fornos (NR-14) e células CNC (NR-12).
  2. Diferenciar queda de produtividade voluntária de esgotamento psicofisiológico (burnout) desconstruindo preconceitos.
  3. Conduzir feedbacks e DDSs focados em fatores psicossociais utilizando os princípios da Comunicação Não-Violenta (CNV).
  4. Gerenciar escalas e pausas de revezamento térmico em áreas de fornos e vazamento de metal líquido (NR-14, NR-15).
  5. Acolher em primeiro atendimento o trabalhador em crise de ansiedade, pânico ou luto no chão de fábrica.
  6. Encaminhar colaboradores à Medicina do Trabalho (NR-7) e atuar com a CIPA (NR-5) contra o assédio moral.

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso em indústrias siderúrgicas/metalúrgicas, oficinas de revezamento térmico da NR-15, treinos de feedbacks privados com CNV e dramatizações de acolhimento emergencial no chão de fábrica.

Recursos necessários

  • Sala de treinamento de planta siderúrgica/metalúrgica ou ambiente virtual interativo.
  • Tabelas do IBUTG para revezamento térmico (NR-15) e manuais de operação de fornos (NR-14).
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-12, NR-14, ergonomia térmica, CNV e combate ao assédio.
  • Guia do serviço de medicina do trabalho/SESMT (NR-7).

Etapa 1 — Diagnóstico de Campo e Identificação Precoce da Exaustão

Objetivo da etapa: Identificar fadiga em operadores de fornos/prensas e relacionar cobrança de OEE a sobrecargas emocionais.

Passo 1.1 — Mapeamento de "sinais de alerta" no chão de fábrica

  • Detecção visual e comportamental de fadiga, dispersão e estresse em operadores de fornos (NR-14) e usinagem CNC (NR-12).

Passo 1.2 — Relação entre metas de produção e sobrecarga emocional

  • Análise de como turnos dobrados e pressão excessiva por OEE (Overall Equipment Effectiveness) comprometem a segurança (NR-12).

Passo 1.3 — Diferenciação entre preguiça, queda de desempenho e esgotamento psicológico (burnout)

  • Desconstrução de estigmas e preconceitos na avaliação do desempenho individual no chão de fábrica.

Atividade da Etapa: Mapeamento de fatores estressores da linha de aciaria/usinagem e elaboração do radar de sinais de alerta.

Evidência de aprendizagem: Radar de sinais de alerta de fadiga metalúrgica e matriz de OEE sustentável.

Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Escuta Ativa Operacional

Objetivo da etapa: Substituir a gestão punitiva por mentoria com CNV e conduzir DDSs comportamentais.

Passo 2.1 — Substituição da gestão punitiva pela liderança mentora

  • Orientação e correção de comportamentos de risco sem o uso de intimidação, sarcasmo ou humilhação pública.

Passo 2.2 — Diálogos Diários de Segurança (DDS) focados em fatores psicossociais

  • Abordagem prática no DDS de temas como sono, estresse, calor, atenção focada e relações interpessoais.

Passo 2.3 — Condução de feedbacks construtivos em ambientes industriais pressurizados

  • Técnicas para alinhar expectativas de produção mantendo empatia e respeito.

Atividade da Etapa: Condução simulada de um DDS comportamental focado em estresse térmico e atenção em pontes rolantes.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de DDS comportamental para metalurgia e guia de feedback com CNV.

Etapa 3 — Mitigação de Cargas Combinadas e Ajustes na Organização do Trabalho

Objetivo da etapa: Gerenciar pausas de revezamento térmico (NR-14/NR-15) e a ansiedade da equipe em paradas de máquinas.

Passo 3.1 — Gestão de escalas e pausas em áreas de calor excessivo (NR-15 e NR-14)

  • Aplicação de regimes de revezamento térmico para evitar colapsos físicos e mentais no vazamento de metal.

Passo 3.2 — Planejamento de turnos e minimização do estresse da rotatividade

  • Gestão de equipes considerando o impacto biológico e neurofisiológico do trabalho em turnos alternados.

Passo 3.3 — Adequação de metas frente a falhas mecânicas e paradas de máquinas (NR-12)

  • Gestão da ansiedade e irritabilidade da equipe quando ocorrem interrupções não planejadas na linha de usinagem.

Atividade da Etapa: Dimensionamento do plano de revezamento térmico de fornos (NR-14/NR-15) e gestão de paradas de máquinas.

Evidência de aprendizagem: Plano de revezamento térmico da fundição e protocolo de gestão de ansiedade em paradas da NR-12.

Etapa 4 — Fluxo de Acolhimento, Conexão com SESMT e CIPA (NR-1, NR-5, NR-7)

Objetivo da etapa: Acolher trabalhadores em crise aguda, encaminhar ao PCMSO (NR-7) sem rótulos e atuar com a CIPA (NR-5).

Passo 4.1 — Protocolo de primeiro acolhimento ao trabalhador em crise

  • Ações imediatas do supervisor ao identificar um operador em pânico, ansiedade aguda ou luto no chão de fábrica.

Passo 4.2 — Encaminhamento ético e sem estigmatização ao PCMSO (NR-7)

  • Articulação discreta do suporte da Medicina do Trabalho (NR-7) sem expor o liderado perante os colegas de turno.

Passo 4.3 — Atuação conjunta com a CIPA (NR-5) no combate ao assédio moral/sexual

  • Papel do gestor como agente ativo na eliminação de brincadeiras pejorativas, trotes e assédio na equipe.

Atividade da Etapa: Dramatização de primeiro acolhimento a operador de forno em crise de ansiedade e protocolo do PCMSO.

Evidência de aprendizagem: Protocolo de primeiro acolhimento psicossocial em chão de fábrica e ficha do PCMSO (NR-7).

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora em Metalurgia/Siderurgia. O supervisor de aciaria/usinagem elaborará a matriz de revezamento térmico da NR-14/NR-15, definirá o roteiro de DDS comportamental com CNV, simulará o primeiro acolhimento a operador em crise de estresse (Fit-for-Duty), estruturará o fluxo de encaminhamento ético ao PCMSO (NR-7) e registrará uma proposta antassédio em parceria com a CIPA (NR-5).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a precisão na elaboração do plano de revezamento térmico (NR-14/NR-15), a aplicação da CNV em simulações de feedback e o conhecimento dos procedimentos de encaminhamento do PCMSO (NR-7).

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Diagnóstico de Campo e Identificação Precoce da Exaustão: 3 horas
  • Etapa 2 — Comunicação Não Violenta (CNV) e Escuta Ativa Operacional: 4 horas
  • Etapa 3 — Mitigação de Cargas Combinadas e Ajustes na Organização do Trabalho: 4 horas
  • Etapa 4 — Fluxo de Acolhimento, Conexão com SESMT e CIPA (NR-1, NR-5, NR-7): 4 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Engenharia Metalúrgica/Mecânica, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em chão de fábrica metalúrgico/siderúrgico, domínio de NR-12, NR-14, NR-15 e CNV.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Cumprimento de 100% dos regimes de revezamento térmico da NR-15 na fundição.
  • Eliminação de acidentes severos em prensas e fornos causados por desatenção por fadiga.
  • Melhora no clima de confiança e aumento das consultas preventivas no PCMSO (NR-7).

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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