Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Silvicultura e Exploração Florestal.

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Silvicultura e Exploração Florestal.
gerentes florestais, supervisores de colheita/plantio/mecanização, engenheiros florestais de campo, encarregados de turmas e fiscais de contratos terceirizados da silvicultura
nenhum pré-requisito específico; voltado a lideranças e supervisores de operações florestais, harvester e silvicultura manual
Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:
O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso florestais, simulações de DDS itinerante no eito, treinos de avaliação de prontidão (Fit-for-Duty), dinâmicas de investigação sob a Cultura Justa e oficinas da NR-31.
Objetivo da etapa: Dimensionar frentes de colheita e plantio alinhando produtividade à capacidade humana (NR-31) e gerir terceirizados. Atividade da Etapa: Mapeamento de gargalos de produção no talhão e redesenho do dimensionamento de equipe de colheita. Evidência de aprendizagem: Tabela de dimensionamento ergonômico de frentes florestais e diretriz de gestão de terceirizados (NR-1). Objetivo da etapa: Aplicar CNV nos DDSs itinerantes e mediar conflitos decorrentes do confinamento em alojamentos. Atividade da Etapa: Dramatização de resolução de conflito de alojamento entre turmas de silvicultura usando a CNV. Evidência de aprendizagem: Roteiro de DDS com CNV para talhões florestais e protocolo de resolução de conflitos de alojamento. Objetivo da etapa: Mapear sinais de sofrimento no talhão e aplicar o teste de prontidão (Fit-for-Duty) antes da motosserra/harvester. Atividade da Etapa: Aplicação simulada do teste de prontidão Fit-for-Duty a operador de harvester e fluxo de encaminhamento do PCMSO. Evidência de aprendizagem: Ficha de avaliação Fit-for-Duty para operadores florestais e protocolo de encaminhamento ao PCMSO. Objetivo da etapa: Adotar a Cultura Justa (Just Culture) no tratamento de quase-acidentes e atuar com a CIPATR (NR-31.7). Atividade da Etapa: Análise de quase-acidente na colheita mecanizada usando a árvore da Cultura Justa e plano de ação com a CIPATR. Evidência de aprendizagem: Relatório de investigação sob a Cultura Justa e plano de melhorias de vivência para a CIPATR. Objetivo da etapa: Realizar o redesenho ergonômico de rotas no talhão e estruturar o retorno ao trabalho (Return to Work) pós-licença. Atividade da Etapa: Elaboração do plano de readaptação gradativa para operador de harvester em retorno de licença médica (Return to Work). Evidência de aprendizagem: Plano de Return to Work para operacionais florestais e relatório de revisão do PGR (NR-1).Etapa 1 — Mapeamento de Sobrecargas e Estressores na Gestão Operacional Florestal
Passo 1.1 — Identificação dos vetores de estresse na gestão de equipes rurais
Passo 1.2 — Avaliação da carga de trabalho psíquica versus capacidade operacional
Passo 1.3 — Gestão de contratos terceirizados sem geração de passivo psicossocial
Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Escuta Ativa nas Frentes Itinerantes
Passo 2.1 — Princípios da Comunicação Não-Violenta (CNV) aplicados ao campo
Passo 2.2 — Prática da escuta ativa em condições florestais adversas
Passo 2.3 — Desmobilização de conflitos interpessoais nas turmas de trabalho
Etapa 3 — Identificação Precoce de Burnout, Fadiga Crônica e Sinais de Sofrimento
Passo 3.1 — Matriz de sinalização de sofrimento psíquico no campo
Passo 3.2 — Monitoramento da mão de obra quanto à fadiga operacional
Passo 3.3 — Protocolo de encaminhamento de casos críticos ao SESMT/PCMSO (NR-7)
Etapa 4 — Transição do Controle Punitivo para a Liderança Mentora e Parceria com CIPATR
Passo 4.1 — Desconstrução da cultura do medo e da punição
Passo 4.2 — Liderança exemplo no cumprimento das NRs (NR-6, NR-31)
Passo 4.3 — Atuação conjunta com a CIPATR (NR-31.7 / NR-5)
Etapa 5 — Articulação com SESMT/RH e Redesenho de Processos de Trabalho
Passo 5.1 — Reuniões periódicas de alinhamento psicossocial (Liderança + SESMT)
Passo 5.2 — Redesenho ergonômico e organizacional da tarefa
Passo 5.3 — Gestão da mudança e apoio na reintegração de trabalhadores
Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora e Gestão Humana no Talhão Florestal. O supervisor/gerente florestal elaborará o plano de dimensionamento ergonômico de frentes de colheita (NR-31), definirá o roteiro de DDS itinerante com CNV, simulará a aplicação da triagem de prontidão (Fit-for-Duty) antes do uso de motosserras/harvesters, aplicará a árvore da Cultura Justa a um quase-acidente no talhão e estruturará o plano de reintegração (Return to Work) com a CIPATR e PCMSO (NR-5/NR-7).
A avaliação é formativa, considerando a exatidão do plano de dimensionamento de frentes da NR-31, a aplicação do teste Fit-for-Duty para máquinas florestais e a consistência do plano de reintegração (Return to Work) no PCMSO (NR-7).
Profissional com formação em Engenharia Florestal, Segurança do Trabalho Rural, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em colheita e silvicultura mecanizada/manual, domínio da NR-31 e Cultura Justa.
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