Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Operações Portuárias.

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Operações Portuárias.
supervisores de operação portuária, gerentes de terminais, coordenadores de pátio/atracadouro, mestres de estiva e fiscais de operações portuárias (OGMO/TPAs)
nenhum pré-requisito específico; voltado a supervisores e lideranças de operações portuárias e terminais
Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:
O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso de terminais portuários, treinos com a Escala de Karolinska, simulações de investigações sob a Cultura Justa e oficinas do Plano de Reintegração de 30 dias.
Objetivo da etapa: Balancear pranchas de carregamento (MPH) com os limites humanos e aplicar a Escala de Karolinska. Atividade da Etapa: Aplicação prática simulada da Escala de Karolinska no terno antes da operação de descarga de contêineres. Evidência de aprendizagem: Matriz de carga mental da Escala de Karolinska e protocolo de ajuste de MPH no STS. Objetivo da etapa: Eliminar a cultura do grito no cais via CNV e transformar o DDS em espaço de escuta ativa. Atividade da Etapa: Simulação de feedback com CNV no convés após quase-acidente e condução de DDSS sobre quebras de RTG. Evidência de aprendizagem: Roteiro de feedback de convés com CNV e guia de DDSS psicossocial do cais. Objetivo da etapa: Rastrear sinais não-verbais no terno e aplicar o afastamento preventivo sigiloso ao ambulatório (NR-7). Atividade da Etapa: Treino de abordagem privada a operador de RTG com sinais de privação de sono e ficha de encaminhamento ao ambulatório. Evidência de aprendizagem: Protocolo de abordagem de terno e ficha de encaminhamento sigiloso ao PCMSO (NR-7). Objetivo da etapa: Implementar a árvore de decisão da Cultura Justa e eliminar violações organizacionais induzidas por metas. Atividade da Etapa: Análise de evento de desengate precoce de cabo de vida no porão sob a Árvore de Decisão da Cultura Justa. Evidência de aprendizagem: Relatório de evento portuário analisado pela Cultura Justa (NR-29). Objetivo da etapa: Atuar com a CIPATP no clima do terno e desenhar planos de reintegração de 30 dias (Return to Work). Atividade da Etapa: Elaboração de Plano de Reintegração Operacional de 30 dias para conferente retornado de licença por Burnout. Evidência de aprendizagem: Plano de Reintegração Operacional de 30 dias e ata de alinhamento com a CIPATP (NR-29).Etapa 1 — Mitigação de Sobrecargas, Gestão de Turnos e Pressão por Demurrage
Passo 1.1 — Balanceamento da pressão operacional e segurança psicológica
Passo 1.2 — Gerenciamento da fadiga e alocação inteligente de pessoal
Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Liderança no Cais (NR-1 e NR-5)
Passo 2.1 — Aplicação da CNV no ambiente desafiador da operação portuária
Passo 2.2 — Condução de Diálogos Diários de Segurança e Saúde (DDSS) psicossociais
Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Dependência Química (NR-7)
Passo 3.1 — Rastreamento comportamental de alterações psicológicas
Passo 3.2 — Protocolos de encaminhamento e acolhimento em parceria com o SESMT
Etapa 4 — Substituição do Modelo Punitivo pela Cultura Justa (Just Culture) (NR-1 e NR-29)
Passo 4.1 — Fundamentos da Cultura Justa no setor portuário
Passo 4.2 — Tratamento de violações organizacionais induzidas
Etapa 5 — Facilitação e Elo de Ligação com a CIPATP e o SESMT (NR-5, NR-1 e NR-29)
Passo 5.1 — Atuação conjunta com a CIPATP no acompanhamento do clima de terno
Passo 5.2 — Gestão do retorno ao trabalho (reabilitação operacional)
Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora Portuária e Cultura Justa. O supervisor de terminal/mestre de estiva elaborará a aplicação da Escala de Karolinska no terno, definirá o roteiro de DDSS com CNV para avarias de guindaste, simulará uma abordagem privada a trabalhador com sinais de estafa antes do embarque (Fit-for-Duty), analisará um desvio de porão sob a Árvore de Decisão da Cultura Justa e desenhará o Plano de Reintegração de 30 dias com a CIPATP (NR-5/NR-29).
A avaliação é formativa, considerando a exatidão da aplicação da Escala de Karolinska, a correção da análise sob a Árvore da Cultura Justa e a qualidade do Plano de Reintegração de 30 dias da NR-29.
Profissional com formação em Engenharia Operacional/Logística Portuária, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em operações portuárias (OGMO/Terminais), domínio da NR-29 e Cultura Justa.
© 2020 | Inovar Sempre | 40.835.088/0001-86