Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time

Trilhas de Capacitação

Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Operações Portuárias

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Operações Portuárias.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Operações Portuárias
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Operações Portuárias.

Público-alvo

supervisores de operação portuária, gerentes de terminais, coordenadores de pátio/atracadouro, mestres de estiva e fiscais de operações portuárias (OGMO/TPAs)

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a supervisores e lideranças de operações portuárias e terminais

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Balancear metas de prancha de carregamento e demurrage com a capacidade atencional humana (NR-29).
  2. Aplicar a escala de Karolinska para mensurar carga mental e fadiga no início e meio do turno de descarga.
  3. Eliminar a cultura do grito e sarcasmo no cais usando a Comunicação Não-Violenta (CNV) no terno.
  4. Identificar sinais comportamentais de colapso mental, tremores e hálito etílico antes da subida a bordo.
  5. Aplicar a árvore de decisão da Cultura Justa (Just Culture) diferenciando erro humano de violação induzida por metas.
  6. Acolher e reintegrar trabalhadores avulsos/celetistas (Return to Work) pós-licença psiquiátrica com a CIPATP (NR-5/NR-29).

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso de terminais portuários, treinos com a Escala de Karolinska, simulações de investigações sob a Cultura Justa e oficinas do Plano de Reintegração de 30 dias.

Recursos necessários

  • Sala de treinamento do terminal portuário/OGMO ou ambiente virtual interativo.
  • Formulários da Escala de Karolinska e Árvore de Decisão da Cultura Justa Portuária.
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-29, CNV no cais, prevenções de demurrage e CIPATP.
  • Guia do serviço de medicina do trabalho/SESMT portuário (NR-7).

Etapa 1 — Mitigação de Sobrecargas, Gestão de Turnos e Pressão por Demurrage

Objetivo da etapa: Balancear pranchas de carregamento (MPH) com os limites humanos e aplicar a Escala de Karolinska.

Passo 1.1 — Balanceamento da pressão operacional e segurança psicológica

  • Prancha de carregamento e Movimentos Por Hora (MPH) versus capacidade humana. Ajuste de metas de STS em intempéries (chuva/neblina).

Passo 1.2 — Gerenciamento da fadiga e alocação inteligente de pessoal

  • Fisiologia da fadiga no cais. Aplicação da Ferramenta de Avaliação do Nível de Carga Mental e Fadiga (Escala de Karolinska) nos ternos de descarga.

Atividade da Etapa: Aplicação prática simulada da Escala de Karolinska no terno antes da operação de descarga de contêineres.

Evidência de aprendizagem: Matriz de carga mental da Escala de Karolinska e protocolo de ajuste de MPH no STS.

Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Liderança no Cais (NR-1 e NR-5)

Objetivo da etapa: Eliminar a cultura do grito no cais via CNV e transformar o DDS em espaço de escuta ativa.

Passo 2.1 — Aplicação da CNV no ambiente desafiador da operação portuária

  • Princípios da CNV adaptados ao cais ruidoso. Feedback operacional sem acusações ("Você viu a carga passando?").

Passo 2.2 — Condução de Diálogos Diários de Segurança e Saúde (DDSS) psicossociais

  • DDSS focado em escuta ativa e gestão da frustração durante avarias em equipamentos pesados (RTG/STS).

Atividade da Etapa: Simulação de feedback com CNV no convés após quase-acidente e condução de DDSS sobre quebras de RTG.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de feedback de convés com CNV e guia de DDSS psicossocial do cais.

Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Dependência Química (NR-7)

Objetivo da etapa: Rastrear sinais não-verbais no terno e aplicar o afastamento preventivo sigiloso ao ambulatório (NR-7).

Passo 3.1 — Rastreamento comportamental de alterações psicológicas

  • Detecção de sinais de colapso: lentidão de reflexos, isolamento no refeitório, desleixo no uso de EPIs e hálito etílico antes de subir a bordo.

Passo 3.2 — Protocolos de encaminhamento e acolhimento em parceria com o SESMT

  • Afastamento temporário e sigiloso do trabalhador em risco manifesto sem gerar constrangimento ou estigmatização no terno.

Atividade da Etapa: Treino de abordagem privada a operador de RTG com sinais de privação de sono e ficha de encaminhamento ao ambulatório.

Evidência de aprendizagem: Protocolo de abordagem de terno e ficha de encaminhamento sigiloso ao PCMSO (NR-7).

Etapa 4 — Substituição do Modelo Punitivo pela Cultura Justa (Just Culture) (NR-1 e NR-29)

Objetivo da etapa: Implementar a árvore de decisão da Cultura Justa e eliminar violações organizacionais induzidas por metas.

Passo 4.1 — Fundamentos da Cultura Justa no setor portuário

  • Diferenciação entre erro humano não-intencional, violação otimizadora e violação maliciosa. Aplicação da Árvore de Decisão da Cultura Justa (NR-29).

Passo 4.2 — Tratamento de violações organizacionais induzidas

  • Identificação de ordens que estimulam o descumprimento de procedimentos para evitar demurrage e autoavaliação da liderança.

Atividade da Etapa: Análise de evento de desengate precoce de cabo de vida no porão sob a Árvore de Decisão da Cultura Justa.

Evidência de aprendizagem: Relatório de evento portuário analisado pela Cultura Justa (NR-29).

Etapa 5 — Facilitação e Elo de Ligação com a CIPATP e o SESMT (NR-5, NR-1 e NR-29)

Objetivo da etapa: Atuar com a CIPATP no clima do terno e desenhar planos de reintegração de 30 dias (Return to Work).

Passo 5.1 — Atuação conjunta com a CIPATP no acompanhamento do clima de terno

  • Apoio aos cipeiros nas inspeções e questionários de clima psicossocial na operação portuária sem retaliações.

Passo 5.2 — Gestão do retorno ao trabalho (reabilitação operacional)

  • Acolhimento de trabalhadores retornando de afastamentos psiquiátricos. Desenho de Plano de Reintegração Operacional de 30 dias.

Atividade da Etapa: Elaboração de Plano de Reintegração Operacional de 30 dias para conferente retornado de licença por Burnout.

Evidência de aprendizagem: Plano de Reintegração Operacional de 30 dias e ata de alinhamento com a CIPATP (NR-29).

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora Portuária e Cultura Justa. O supervisor de terminal/mestre de estiva elaborará a aplicação da Escala de Karolinska no terno, definirá o roteiro de DDSS com CNV para avarias de guindaste, simulará uma abordagem privada a trabalhador com sinais de estafa antes do embarque (Fit-for-Duty), analisará um desvio de porão sob a Árvore de Decisão da Cultura Justa e desenhará o Plano de Reintegração de 30 dias com a CIPATP (NR-5/NR-29).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a exatidão da aplicação da Escala de Karolinska, a correção da análise sob a Árvore da Cultura Justa e a qualidade do Plano de Reintegração de 30 dias da NR-29.

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Mitigação de Sobrecargas, Gestão de Turnos e Pressão por Demurrage: 3 horas
  • Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Liderança no Cais (NR-1 e NR-5): 3 horas
  • Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Dependência Química (NR-7): 3 horas
  • Etapa 4 — Substituição do Modelo Punitivo pela Cultura Justa (Just Culture) (NR-1 e NR-29): 4 horas
  • Etapa 5 — Facilitação e Elo de Ligação com a CIPATP e o SESMT (NR-5, NR-1 e NR-29): 2 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Engenharia Operacional/Logística Portuária, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em operações portuárias (OGMO/Terminais), domínio da NR-29 e Cultura Justa.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Aplicação de 100% da Escala de Karolinska em ternos de descarga de alta intensidade.
  • Eliminação total da cultura do grito e punição velada nas investigações de avarias.
  • Sucesso comprovado na reabilitação de 100% dos retornados de licença médica (Return to Work).

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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