Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time

Trilhas de Capacitação

Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Teleatendimento e Call Centers

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Teleatendimento e Call Centers.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Teleatendimento e Call Centers
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Teleatendimento e Call Centers.

Público-alvo

supervisores de operação de teleatendimento, coordenadores, monitores de qualidade e gerentes de célula de call center e omnichannel

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a supervisores e monitores de operação de teleatendimento/telemarketing

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Aplicar os limites legais da cobrança de metas da NR-17 Anexo II, eliminando constrangimentos ou coerção por TMA/TMO.
  2. Gerenciar filas de atendimento respeitando o direito e a flexibilidade das pausas ergonômicas de 10 e 20 minutos.
  3. Conduzir retornos de monitoria de qualidade usando a Comunicação Não-Violenta (CNV) e huddles diários sem estresse.
  4. Cruzar dados de absenteísmo, atestados curtos e estouros de pausa para identificar pedidos de ajuda não-verbais.
  5. Criar cultura de tolerância ao erro de aprendizado em scripts sem ridicularização no floor.
  6. Encaminhar operadores ao ambulatório (NR-7) e adaptar o ritmo de chamadas na reintegração pós-licença médica (CID F).

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso de operações de call center, simulações de feedbacks de monitoria com CNV, treinos de análise de dashboards de pausas e oficinas de modulação de chamadas da NR-7.

Recursos necessários

  • Sala de treinamento de teleatendimento/call center ou ambiente virtual interativo.
  • Dashboards de TMA/TMO e monitorias de qualidade de chamadas simuladas.
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-17 Anexo II, CNV no floor, inteligência emocional e combate ao assédio.
  • Guia do serviço de medicina do trabalho/SESMT (NR-7).

Etapa 1 — Desconstrução do Hipermonitoramento e Adequação à NR-17

Objetivo da etapa: Aplicar os limites da NR-17 Anexo II, substituindo a pressão por TMA por gestão analítica de processos.

Passo 1.1 — Limites legais da cobrança de metas (NR-17 Anexo II)

  • Vedação do uso de métodos que causem constrangimento ou coação para o cumprimento de metas de atendimento.

Passo 1.2 — Substituição da pressão psicológica por gestão de processos

  • Monitoramento analítico de indicadores (TMA, pausas, estouros) identificando gargalos em sistemas e scripts em vez de culpar o operador.

Passo 1.3 — Gestão flexível de pausas

  • Manejo inteligente de filas de espera sem violação do direito do operador ao gozo regular das pausas ergonômicas.

Atividade da Etapa: Análise de dashboard de TMA/pausas de uma célula de atendimento e identificação de gargalos de sistema sem penalização.

Evidência de aprendizagem: Plano de gestão analítica de indicadores da célula e diretriz da NR-17 Anexo II.

Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Escuta Ativa em Operação

Objetivo da etapa: Conduzir feedbacks de monitoria com CNV e estruturar huddles motivacionais no floor.

Passo 2.1 — Aplicação da CNV em feedbacks operacionais

  • Retornos sobre qualidade e tempo de atendimento focados em fatos e necessidades do operador, eliminando o tom punitivo.

Passo 2.2 — Escuta ativa no floor (passarela)

  • Presença atenta no chão de operação para acolher dificuldades do operador com clientes agressivos/frustrados.

Passo 2.3 — Reuniões de alinhamento sem carga estressante

  • Estruturação de huddles diários rápidos focados em motivação, dúvidas e suporte interpessoal.

Atividade da Etapa: Simulação de feedback de monitoria de qualidade com apontamento de erro em script utilizando os 4 passos da CNV.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de feedback de monitoria com CNV e guia de condução de huddle.

Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão e Burnout

Objetivo da etapa: Cruzar estouros de pausa e atestados curtos como sinais não-verbais de burnout na célula.

Passo 3.1 — Mapeamento de mudanças comportamentais

  • Sinais de sofrimento na equipe: irritabilidade com clientes, choros no posto, isolamento e queda brusca na monitoria.

Passo 3.2 — Leitura de indicadores individuais de alerta

  • Cruzamento de aumentos de absenteísmo, atestados curtos repetitivos e estouros de pausa como pedidos de ajuda.

Passo 3.3 — Diferenciando queda de desempenho de esgotamento

  • Protocolo para abordar o operador com foco em suporte humano antes de iniciar medidas administrativas/disciplinares.

Atividade da Etapa: Análise de prontuário de indicadores (absenteísmo x estouros de pausa) e treino de abordagem humanizada.

Evidência de aprendizagem: Ficha de leitura de indicadores de alerta e protocolo de abordagem humanizada.

Etapa 4 — Promoção da Segurança Psicológica e Prevenção do Assédio (NR-5)

Objetivo da etapa: Erradicar piadas e metas informais abusivas e tratar erros de script como aprendizado (NR-5).

Passo 4.1 — Cultura de tolerância ao erro de aprendizado

  • Tratamento de falhas em scripts ou procedimentos sem ridicularizar o operador publicamente ou na célula.

Passo 4.2 — Combate ativo ao assédio moral interpares e vertical

  • Atuação assertiva do supervisor para erradicar brincadeiras ofensivas, discriminação ou metas informais abusivas.

Atividade da Etapa: Exercício de mediação de conflitos entre operadores em disputa por metas da célula e código antassédio.

Evidência de aprendizagem: Código de convivência e segurança psicológica da célula e ata da NR-5.

Etapa 5 — O Elo com o SESMT e Protocolos do PCMSO (NR-7 / NR-1)

Objetivo da etapa: Direcionar operadores ao PCMSO (NR-7) e adaptar o fluxo de chamadas na reintegração pós-licença.

Passo 5.1 — Fluxo de encaminhamento preventivo

  • Direcionamento do operador para avaliação médica/psicológica no ambulatório da empresa (NR-7) com sigilo.

Passo 5.2 — Atuação conjunta na retomada da jornada

  • Acolhimento do operador no retorno de licenças médicas (CID F) e adaptação temporária do fluxo de chamadas para evitar recaídas.

Passo 5.3 — Participação do líder no PGR (NR-1)

  • Fornecimento de dados qualitativos ao SESMT sobre os principais estressores observados no cotidiano da operação de teleatendimento.

Atividade da Etapa: Elaboração de plano de reintegração com modulação de chamadas para operador retornado de afastamento por ansiedade (NR-7).

Evidência de aprendizagem: Plano de reintegração com modulação de chamadas e relatório de insumos do PGR (NR-1).

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora em Operação de Teleatendimento. O supervisor de célula elaborará a diretriz de gestão de indicadores sem punição (NR-17 Anexo II), definirá o roteiro de feedback de monitoria de qualidade com CNV, simulará uma abordagem de suporte baseada em estouros de pausa/absenteísmo (Fit-for-Duty), estruturará o plano de reintegração com modulação de chamadas (NR-7) e registrará os insumos psicossociais da célula para o PGR (NR-1).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a qualidade da aplicação da CNV nos feedbacks de monitoria, o alinhamento da gestão às regras da NR-17 Anexo II e a exatidão do plano de reintegração com modulação de chamadas do PCMSO (NR-7).

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Desconstrução do Hipermonitoramento e Adequação à NR-17: 3 horas
  • Etapa 2 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Escuta Ativa em Operação: 3 horas
  • Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão e Burnout: 4 horas
  • Etapa 4 — Promoção da Segurança Psicológica e Prevenção do Assédio (NR-5): 3 horas
  • Etapa 5 — O Elo com o SESMT e Protocolos do PCMSO (NR-7 / NR-1): 2 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Administração, Comunicação, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em gestão de operações de teleatendimento, domínio da NR-17 Anexo II e CNV.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Eliminação total de notificações por constrangimento ou coação por TMA/TMO (NR-17 Anexo II).
  • Cumprimento de 100% das pausas ergonômicas regulamentares do anexo II da NR-17.
  • Reintegração bem-sucedida com modulação de chamadas para 100% dos retornados de licença médica (CID F).

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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