Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time

Trilhas de Capacitação

Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Atendimento Clínico

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Atendimento Clínico.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Atendimento Clínico
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Atendimento Clínico.

Público-alvo

gerentes de clínicas, supervisores de enfermagem ambulatorial, coordenadores de recepção/agendamento, administradores de unidades de diagnóstico/atendimento e líderes de equipe multiprofissional

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a lideranças de linha e gestores de unidades de atendimento clínico e ambulatorial

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Transitar da gestão coercitiva para a liderança mentora focada no clima organizacional e aprendizagem contínua.
  2. Adequar o dimensionamento de pessoal em picos de agendamento/emergências clínicas alinhando à NR-17 e biossegurança (NR-32).
  3. Mediá atritos interprofissionais (médicos x enfermagem x recepção/faturamento) utilizando Comunicação Não-Violenta (CNV).
  4. Conduzir reuniões individuais (one-on-one) e feedbacks focados em processos sem ameaças ou assédio.
  5. Identificar fadiga por compaixão, trauma secundário e burnout na equipe ambulatorial.
  6. Formalizar o encaminhamento ao PCMSO (NR-7) sem exposição e acompanhar a reintegração pós-afastamento com a CIPA (NR-5).

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso de unidades clínicas/ambulatoriais, simulações de mediações de conflitos interprofissionais com CNV, treinos de abordagens por trauma secundário e oficinas do PCMSO (NR-7).

Recursos necessários

  • Sala de treinamento da clínica/ambulatório ou ambiente virtual interativo.
  • Matrizes de fluxo de atendimento e Análise Ergonômica do Trabalho (AET/NR-17).
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-17, NR-32, CNV e prevenção do assédio na saúde.
  • Guia do serviço de medicina do trabalho/PCMSO (NR-7).

Etapa 1 — Transição do Comando/Controle para a Liderança Mentora no Ambiente de Saúde

Objetivo da etapa: Substituir o modelo punitivo por liderança mentora e medir resultados pelo clima e SST.

Passo 1.1 — O papel do gestor clínico na criação de ambientes psiquicamente seguros

  • Como a segurança psicológica e a confiança entre liderança e liderados reduzem erros em procedimentos clínicos.

Passo 1.2 — Superação do modelo punitivo em favor da aprendizagem contínua

  • Substituição de sanções pelo foco na correção de processos e causa-raiz de falhas de atendimento.

Passo 1.3 — Construção de relações de confiança com equipes multidisciplinares

  • Estratégias para integrar enfermagem, recepção, corpo médico e serviços de apoio em torno do clima positivo.

Passo 1.4 — Medindo o desempenho da liderança através de indicadores de SST

  • Uso de indicadores de absenteísmo, turnover e sinistralidade psicossocial para avaliar a qualidade da gestão clínica.

Atividade da Etapa: Avaliação do indicador de clima emocional da unidade clínica e elaboração da carta de liderança mentora.

Evidência de aprendizagem: Carta de princípios da liderança mentora em atendimento clínico.

Etapa 2 — Mitigação de Sobrecarga e Gestão de Fluxos Clínicos (NR-17 e NR-32)

Objetivo da etapa: Adequar o dimensionamento em picos ambulatoriais (NR-17) e gerir a biossegurança sem pânico (NR-32).

Passo 2.1 — Dimensionamento adequado de equipes frente a picos de atendimento

  • Planejamento de horários de pico e emergências ambulatoriais evitando o esgotamento físico e psíquico da equipe.

Passo 2.2 — Reorganização do trabalho segundo a NR-17

  • Gestão de pausas, redistribuição equitativa de agendamentos e eliminação de exigências cognitivas redundantes.

Passo 2.3 — Gestão do cumprimento de biossegurança (NR-32) com foco educacional

  • Orientação sobre uso de EPIs e higienização sem geração de ansiedade extrema ou punição.

Passo 2.4 — Gestão do absenteísmo e cobertura de folgas

  • Cobertura de ausências sem sobrecarregar excessivamente os colaboradores remanescentes no plantão clínico.

Atividade da Etapa: Reorganização prática do fluxo de guichês e triagem de atendimento em pico ambulatorial (NR-17).

Evidência de aprendizagem: Plano de dimensionamento ergonômico de guichês e salas de procedimento da clínica.

Etapa 3 — Comunicação Não-Violenta (CNV), Escuta Ativa e Mediação de Conflitos

Objetivo da etapa: Mediar atritos interprofissionais (médicos x enfermagem x recepção) usando a CNV e gerir estresse pós-crise.

Passo 3.1 — Aplicação dos pilares da CNV na mediação de atritos interprofissionais

  • Resolução de conflitos históricos entre corpo médico, enfermagem e recepção/faturamento com os 4 passos da CNV.

Passo 3.2 — Técnicas de escuta ativa em reuniões one-on-one

  • Estruturação de reuniões individuais para mapeamento de dificuldades do liderado e escuta sem julgamento.

Passo 3.3 — Feedbacks construtivos focados em processos

  • Alinhamento de conduta preservando a autoeficácia e a dignidade do colaborador.

Passo 3.4 — Gestão de crises e estresse coletivo após eventos críticos

  • Condução de debriefing emocional após agressões severas de pacientes, óbitos ou falhas graves na clínica.

Atividade da Etapa: Simulação de mediação de conflito entre médico e recepcionista por agendamento atrasado usando a CNV.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de mediação de conflito clínico com CNV e guia de debriefing pós-crise.

Etapa 4 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Trauma Secundário

Objetivo da etapa: Mapear fadiga por compaixão e trauma secundário na equipe e realizar abordagem acolhedora.

Passo 4.1 — Reconhecimento de sintomas comportamentais e físicos de Burnout

  • Identificação de isolamento, cinismo, erros atípicos de prontuário e absenteísmo velado na rotina ambulatorial.

Passo 4.2 — Diferenciação entre falta de competência e estafa psicofisiológica

  • Critérios diagnósticos para evitar punir colaboradores esgotados por sofrimento ético ou fadiga compassiva.

Passo 4.3 — Abordagem humanizada e acolhedora

  • Roteiro de conversa reservada com o liderado em sofrimento psíquico, vencendo o estigma sobre saúde mental.

Atividade da Etapa: Dramatização de conversa reservada com técnica de enfermagem em esgotamento por compaixão.

Evidência de aprendizagem: Protocolo de abordagem de trauma secundário e fadiga por compaixão clínica.

Etapa 5 — Atuação Integrada com SESMT, CIPA (NR-5) e Fluxos do PCMSO (NR-7)

Objetivo da etapa: Encaminhar o colaborador ao PCMSO (NR-7) sem exposição e criar planos de reintegração com a CIPA (NR-5).

Passo 5.1 — Encaminhamento ético e formal ao médico do trabalho (PCMSO - NR-7)

  • Fluxo sigiloso para encaminhar o colaborador em risco psicossocial ao PCMSO sem constrangimento na unidade.

Passo 5.2 — Parceria com a CIPA (NR-5) na implementação de ações corretivas

  • Atuação com os cipistas para combater o assédio moral/sexual e ajustar condições físicas/organizacionais.

Passo 5.3 — Colaboração na atualização das análises ergonômicas (NR-17) e PGR (NR-1)

  • Inserção de dados de estresse ambulatorial e fluxo de pacientes na matriz de riscos do PGR.

Passo 5.4 — Acompanhamento da reintegração do trabalhador pós-afastamento

  • Plano de acolhimento e adaptação gradual de carga para quem retorna de afastamento médico/previdenciário.

Atividade da Etapa: Elaboração de plano de reintegração gradativa (Return to Work) para recepcionista retornada de afastamento por síndrome do pânico.

Evidência de aprendizagem: Plano de reintegração de saúde mental clínica (Return to Work) e ficha do PCMSO.

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora e Clima Organizacional em Clínica Ambulatorial. O gestor/supervisor clínico elaborará a reestruturação ergonômica de guichês/salas de exame em horários de pico (NR-17), definirá o roteiro de mediação de conflitos interprofissionais com CNV, simulará uma abordagem privada por trauma secundário/fadiga por compaixão (Fit-for-Duty), estruturará o fluxo de encaminhamento sigiloso ao PCMSO (NR-7) e desenhará o plano de reintegração de 30 dias com a CIPA (NR-5).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a qualidade na aplicação dos 4 passos da CNV em atritos interprofissionais, a consistência do plano ergonômico da NR-17 e o domínio dos procedimentos do PCMSO/NR-7.

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Transição do Comando/Controle para a Liderança Mentora no Ambiente de Saúde: 3 horas
  • Etapa 2 — Mitigação de Sobrecarga e Gestão de Fluxos Clínicos (NR-17 e NR-32): 3 horas
  • Etapa 3 — Comunicação Não-Violenta (CNV), Escuta Ativa e Mediação de Conflitos: 4 horas
  • Etapa 4 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Trauma Secundário: 3 horas
  • Etapa 5 — Atuação Integrada com SESMT, CIPA (NR-5) e Fluxos do PCMSO (NR-7): 2 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Enfermagem, Medicina, Administração Hospitalar/Clínica, Segurança do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em gestão de unidades de saúde ambulatoriais, domínio de NR-17, NR-32 e CNV.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Eliminação total de reclamações formais de assédio ou xingamentos entre equipes multiprofissionais.
  • Redução do tempo de espera nos guichês sem sobrecarga dos atendentes (NR-17).
  • Sucesso de 100% no acolhimento de colaboradores retornados de licença médica por saúde mental.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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