Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time

Trilhas de Capacitação

Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Beneficiamento Mineral

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Beneficiamento Mineral.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Beneficiamento Mineral
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Beneficiamento Mineral.

Público-alvo

supervisores, coordenadores e gerentes de usina de beneficiamento mineral, britagem, flotação, moagem e filtragem

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a lideranças de linha e gestores de usinas de beneficiamento mineral

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Equilibrar metas de tonelagem hora (tph) com os limites psicofísicos para prevenir acidentes em correias e britadores (NR-12).
  2. Organizar o rodízio de postos de trabalho em áreas críticas (triagem manual, limpeza de chutadeiras, salas de controle).
  3. Conduzir passagens de turno e Diálogos Diários de Segurança (DDS) usando Comunicação Não-Violenta (CNV).
  4. Mapear sintomas de absenteísmo velado (presenteísmo) e exaustão em operadores de usina.
  5. Adotar a Cultura Justa (Just Culture) investigando falhas no sistema (ergonomia, ruído, fadiga) em vez de culpabilizar o operador.
  6. Mediar conflitos de prioridades entre as equipes de operação da usina e manutenção preventiva/corretiva.

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso em usinas de beneficiamento, simulações de passagens de turno com CNV, oficinas da árvore da Cultura Justa e dinâmicas de mediação de conflitos entre Operação e Manutenção.

Recursos necessários

  • Sala de treinamento da usina de beneficiamento ou ambiente virtual interativo.
  • Árvore de decisão da Cultura Justa e mapas de fluxo de processos da usina.
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-12, NR-22, CNV, Cultura Justa e mediação de conflitos.
  • Guia do serviço de medicina do trabalho/SESMT da usina (NR-7).

Etapa 1 — Mitigação de Sobrecargas Operacionais e Ritmos de Trabalho Excessivos

Objetivo da etapa: Equilibrar metas de processamento (tph) com os limites humanos e gerenciar o rodízio de postos (NR-12/NR-22).

Passo 1.1 — Equilíbrio entre metas de processamento (tph) e limites psicológicos

  • Análise crítica da cobrança por produtividade e o risco de acidentes em britadores e correias transportadoras (NR-12). Dimensionamento em paradas de manutenção.

Passo 1.2 — Distribuição equitativa de tarefas em processos contínuos

  • Gestão do rodízio de postos em áreas críticas (triagem manual, limpeza de chutadeiras, salas de controle) eliminando gargalos de estresse crônico.

Atividade da Etapa: Estudo de caso de gargalo em usina de flotação/britagem e elaboração da matriz de rodízio ergonômico.

Evidência de aprendizagem: Matriz de rodízio de postos e controle de carga de trabalho para a usina de beneficiamento.

Etapa 2 — Comunicação Não Violenta (CNV) e Escuta Ativa nas Rotinas Operacionais

Objetivo da etapa: Transformar o DDS em espaço de escuta e conduzir passagens de turno sem acusações (NR-22).

Passo 2.1 — Aplicação da CNV nos Diálogos Diários de Segurança (DDS)

  • Estrutura da CNV (observação, sentimento, necessidade, pedido) aplicada ao DDS, superando o modelo puramente expositivo/punitivo.

Passo 2.2 — Escuta ativa e gestão de passagem de turno (NR-22)

  • Ouvir o operador sem interromper queixas sobre cansaço ou falhas de equipamentos, conduzindo alinhamentos cooperativos.

Atividade da Etapa: Condução simulada de passagem de turno entre equipes da noite e do dia utilizando os princípios da CNV.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de passagem de turno com CNV na usina.

Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Síndrome de Burnout e Alterações Comportamentais

Objetivo da etapa: Mapear presenteísmo e irritabilidade atípica na usina e conduzir abordagem privada.

Passo 3.1 — Mapeamento de sinais de alerta no chão de fábrica

  • Reconhecimento de sintomas: irritabilidade atípica, lentidão de reflexos, isolamento, presenteísmo e pequeno erros operacionais repetidos.

Passo 3.2 — Protocolo de abordagem humanizada e acolhimento

  • Conversa privada e empática com colaborador em sofrimento psíquico, desconstruindo o estigma no ambiente operacional da mineração.

Atividade da Etapa: Dramatização de abordagem reservada a operador de sala de controle com sinais de presenteísmo e fadiga.

Evidência de aprendizagem: Protocolo de abordagem preventiva de presenteísmo em usina.

Etapa 4 — Atuação Integrada com o SESMT, PCMSO (NR-7) e Resposta Sem Punição

Objetivo da etapa: Estruturar planos de readaptação funcional temporária e implementar a Cultura Justa (Just Culture).

Passo 4.1 — Encaminhamento fluxo SESMT/PCMSO

  • Encaminhamento do colaborador ao Médico do Trabalho (NR-7) sem rotulação e construção de planos de readaptação funcional temporária (NR-12/NR-22).

Passo 4.2 — Adoção da Cultura Justa (Just Culture)

  • Análise sistêmica de falhas humanas na usina: o erro visto como sintoma de falhas no sistema (fadiga, ruído, ergonomia) e não culpa individual.

Atividade da Etapa: Análise de evento de entupimento de chutadeira sob a árvore da Cultura Justa e elaboração do plano de readaptação funcional.

Evidência de aprendizagem: Relatório de investigação sob a Cultura Justa e plano de readaptação funcional (NR-7).

Etapa 5 — Construção de Ambientes Psicologicamente Seguros e Gestão de Conflitos

Objetivo da etapa: Criar clima de encorajamento ao relato de falhas, combater o machismo/assédio (NR-5) e mediar conflitos Operação x Manutenção.

Passo 5.1 — Fomento à segurança psicológica no trabalho em mineração

  • Encorajar operadores a admitir erros e reportar quase-acidentes sem medo. Combate ao assédio moral e piadas machistas/discriminatórias (NR-5).

Passo 5.2 — Gestão de conflitos interpessoais entre turnos e áreas (Operação versus Manutenção)

  • Mediação de conflitos comuns: atritos de produtividade entre turnos (dia x noite) e prioridades entre manutenção preventiva e metas de produção.

Atividade da Etapa: Simulação de reunião de mediação de conflito de prioridades entre o líder de Operação e o líder de Manutenção da usina.

Evidência de aprendizagem: Acordo de convivência e prioridades entre Operação e Manutenção da usina.

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança Mentora em Usinas de Beneficiamento Mineral. O supervisor de usina/britagem elaborará a matriz de rodízio de postos em áreas críticas (NR-12/NR-22), definirá o roteiro de passagem de turno com CNV, simulará uma abordagem de acolhimento a operador com presenteísmo (Fit-for-Duty), aplicará a árvore de decisão da Cultura Justa a um evento de parada de correia e formalizará o acordo de prioridades entre Operação e Manutenção com a CIPA (NR-5).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a exatidão da matriz de rodízio de postos críticos, a fluência na aplicação da CNV em passagens de turno e a consistência da análise de causas raízes sob a Cultura Justa.

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Mitigação de Sobrecargas Operacionais e Ritmos de Trabalho Excessivos: 3 horas
  • Etapa 2 — Comunicação Não Violenta (CNV) e Escuta Ativa nas Rotinas Operacionais: 3 horas
  • Etapa 3 — Identificação Precoce de Sinais de Exaustão, Síndrome de Burnout e Alterações Comportamentais: 3 horas
  • Etapa 4 — Atuação Integrada com o SESMT, PCMSO (NR-7) e Resposta Sem Punição: 4 horas
  • Etapa 5 — Construção de Ambientes Psicologicamente Seguros e Gestão de Conflitos: 2 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Engenharia de Minas/Metalúrgica, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência em usinas de beneficiamento mineral, domínio da NR-12, NR-22 e CNV.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Aumento em 100% dos relatos espontâneos de quase-acidentes em correias e britadores.
  • Cumprimento rigoroso da matriz de rodízio de postos na triagem manual e chutadeiras.
  • Eliminação de atritos paralisações entre equipes de operação e manutenção.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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