Trilha no Fluxo de Trabalho Workshop Mão na Massa Capacitação In-company Mentoria para Lideranças Microlearning Contínuo Laboratório de Prática Diagnóstico de Equipe Resultado Operacional Plano de Ação em 90 Dias Prática no Dia a Dia Cultura de Prevenção e Eficiência Aceleração de Entregas Autonomia para o Time Workshop Prático Trilha In-company Solução de Gargalos Mentoria de Performance Projeto Consultivo Intervenção Operacional Masterclass Aplicada

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Trilhas de Capacitação

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Indústria de Petróleo, Gás e Petroquímica

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Indústria de Petróleo, Gás e Petroquímica.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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Liderança, Carga de Trabalho e Autonomia em Indústria de Petróleo, Gás e Petroquímica
Visão geral
Aprendizagem
Programa

Propósito

Apoiar lideranças na organização da carga de trabalho, no diálogo responsável e na construção de autonomia com clareza de prioridades em Indústria de Petróleo, Gás e Petroquímica.

Público-alvo

gerentes de operação, supervisores de manutenção, coordenadores de SMS, capitães/comandantes de UMP e líderes de turno do setor petroquímico e offshore

Pré-requisitos

nenhum pré-requisito específico; voltado a lideranças de linha e gestores de operações onshore e offshore de óleo e gás

Ao final do curso, a pessoa participante será capaz de:

  1. Compreender a responsabilidade da liderança na Segurança de Processo (PSM) sob as NRs 13, 20 e 37.
  2. Gerenciar escalas de embarque e paradas técnicas eliminando dobras de turno e horas extras excessivas.
  3. Aplicar Comunicação Não-Violenta (CNV) na mediação de conflitos em ambientes confinados offshore.
  4. Identificar alterações comportamentais, isolamento em camarote e queda de rigor no uso de EPIs/EPRs (NR-6).
  5. Abordar empaticamente o colaborador e realizar o encaminhamento sigiloso ao PCMSO (NR-7).
  6. Implementar a Cultura Justa (Just Culture) diferenciando erro não-intencional de violação consciente e atuar com a CIPA (NR-5/NR-37.5).

Metodologia e recursos

Estratégias metodológicas

O curso adota metodologia andragógica e participativa, combinando estudos de caso de Segurança de Processos (PSM), simulações de intervenções em crises com CNV, treinos da árvore de decisão da Cultura Justa e dinâmicas de acolhimento no regime embarcado.

Recursos necessários

  • Sala de treinamento de refinaria/base offshore ou ambiente virtual interativo.
  • Árvore de decisão da Cultura Justa e manuais de Segurança de Processos (PSM).
  • Cartilhas ilustradas sobre NR-13, NR-20, NR-37, CNV e combate ao assédio offshore.
  • Guia do serviço de psicologia/medicina do trabalho do SESMT petroquímico.

Etapa 1 — Gestão de Riscos Processuais versus Fatores Humanos em Ambientes de Alta Periculosidade

Objetivo da etapa: Conectar o estilo de liderança à Segurança de Processo (PSM) sob a NR-13, NR-20 e NR-37.

Passo 1.1 — O impacto da liderança na Segurança de Processo (PSM)

  • Responsabilidade legal e operacional na sustentação da integridade de vasos de pressão (NR-13) e tancagem de inflamáveis (NR-20). Riscos da pressão por prazos de paradas.

Passo 1.2 — A liderança humana como barreira ativa de segurança

  • Transição do modelo punitivo de comando-e-controle para a liderança mentora, previsível e psicologicamente segura.

Atividade da Etapa: Estudo de caso de evento de segurança de processo (PSM) e análise do fator humano e pressão de prazos.

Evidência de aprendizagem: Matriz de riscos da liderança na Segurança de Processos (PSM).

Etapa 2 — Planejamento Operacional e Mitigação da Sobrecarga Mental e da Fadiga

Objetivo da etapa: Gerenciar escalas de embarque offshore (NR-37) e paradas de manutenção sem dobras sistemáticas de turno.

Passo 2.1 — Gestão eficiente de escalas e turnos (NR-37 e NR-1)

  • Distribuição equilibrada de carga física/mental no regime embarcado ou refinarias onshore. Planejamento de paradas técnicas da NR-13 e NR-20 sem dobras excessivas.

Passo 2.2 — Redesenho do trabalho e gestão de imprevistos

  • Ajuste de demandas operacionais em situações de contorno (mau tempo offshore, falhas de equipamentos) preservando a clareza da equipe.

Atividade da Etapa: Reorganização de escala de parada de manutenção de refinaria/plataforma eliminando jornadas extenuantes.

Evidência de aprendizagem: Plano ergonômico de escalas para intervenções da NR-13/NR-20.

Etapa 3 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Mediação de Conflitos sob Alta Tensão

Objetivo da etapa: Aplicar a CNV em manobras de emergência e transformar o DDS em espaço de escuta ativa.

Passo 3.1 — Aplicação da CNV em ambientes confinados e de alto estresse

  • Comunicação assertiva sem tom acusatório durante crises operacionais, manobras de emergência ou desvios em plataformas/refinarias.

Passo 3.2 — A arte da escuta ativa nas DDS (Diálogo Diário de Segurança)

  • Transformação do DDS em espaço real de escuta, validação de ansiedades e acolhimento de sugestões do chão de fábrica.

Atividade da Etapa: Dramatização de mediação de conflito entre equipe de operação e manutenção durante alarme de processo offshore.

Evidência de aprendizagem: Roteiro de comunicação assertiva em emergências e guia de DDS escuta ativa.

Etapa 4 — Detecção Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Encaminhamento ao SESMT (NR-7)

Objetivo da etapa: Mapear isolamento em camarotes e desatenção no uso de EPIs (NR-6) e realizar o encaminhamento médico (NR-7).

Passo 4.1 — Identificação de indicadores comportamentais de risco

  • Sintomas sutis: isolamento social no camarote/refeitório, alteração brusca de temperamento, queda no rigor com EPIs/EPRs (NR-6) e lapsos de memória.

Passo 4.2 — Protocolos de acolhimento, afastamento e suporte

  • Abordagem empática sem estigmatização e fluxo de encaminhamento imediato ao Médico do Trabalho (NR-7) e suporte do PGR (NR-1).

Atividade da Etapa: Treino de abordagem privada a embarcado em isolamento no camarote e encaminhamento sigiloso à medicina ocupacional.

Evidência de aprendizagem: Protocolo de abordagem a embarcado em sofrimento mental e ficha do PCMSO (NR-7).

Etapa 5 — Construção da Cultura Justa (Just Culture) e Aliança com a CIPA (NR-5)

Objetivo da etapa: Implementar a Cultura Justa (Just Culture) e fortalecer a CIPA/CIPIN (NR-5 e NR-37.5) contra o assédio.

Passo 5.1 — Operacionalizando a Cultura Justa na prática diária

  • Diferenciação entre erro humano não intencional, atalho induzido pelo sistema e violação consciente. Estímulo ao relato voluntário de quase-acidentes (Near Misses).

Passo 5.2 — Parceria estratégica com a CIPA e com as comissões de prevenção de assédio

  • Atuação conjunta com a CIPA (NR-5 e NR-37.5) na eliminação de microagressões e assédio nas frentes de trabalho.

Atividade da Etapa: Análise de quase-acidente (near-miss) de vazamento em duto sob a árvore de decisão da Cultura Justa.

Evidência de aprendizagem: Relatório de quase-acidente sob a Cultura Justa e plano de ação conjunto com a CIPA.

Consiste no desenvolvimento individual do Plano de Liderança em Segurança de Processo e Cultura Justa. O líder petroquímico/offshore elaborará o plano de gestão ergonômica de escalas em paradas de manutenção (NR-13/NR-20/NR-37), definirá o roteiro de DDS com escuta ativa, simulará uma abordagem reservada a embarcado em isolamento no camarote (Fit-for-Duty), aplicará a árvore de decisão da Cultura Justa a um evento de quase-acidente e registrará uma proposta conjunta com a CIPA (NR-5).

Avaliação

Avaliação da aprendizagem

A avaliação é formativa, considerando a aplicação correta da árvore de decisão da Cultura Justa, o alinhamento das escalas de manutenção às NRs 13/20/37 e o domínio dos fluxos de encaminhamento confidencial do PCMSO (NR-7).

Distribuição sugerida da carga horária

  • Etapa 1 — Gestão de Riscos Processuais versus Fatores Humanos em Ambientes de Alta Periculosidade: 3 horas
  • Etapa 2 — Planejamento Operacional e Mitigação da Sobrecarga Mental e da Fadiga: 3 horas
  • Etapa 3 — Comunicação Não-Violenta (CNV) e Mediação de Conflitos sob Alta Tensão: 4 horas
  • Etapa 4 — Detecção Precoce de Sinais de Exaustão, Burnout e Encaminhamento ao SESMT (NR-7): 3 horas
  • Etapa 5 — Construção da Cultura Justa (Just Culture) e Aliança com a CIPA (NR-5): 2 horas
  • Elaboração do Projeto Aplicado: 1 hora
  • Carga horária total: 16 horas

Facilitação

Perfil recomendado da pessoa facilitadora

Profissional com formação em Engenharia Química/Petróleo, Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho ou Psicologia Organizacional, com experiência no setor de óleo & gás onshore/offshore, conhecimento de PSM, NRs 13, 20, 37 e Cultura Justa.

Indicadores de sucesso

  • Taxa de conclusão do treinamento igual ou superior a 90%.
  • Aumento em 100% no relato espontâneo de quase-acidentes (near-misses) de processo.
  • Eliminação de dobras excessivas de turno em paradas de manutenção da NR-13/NR-20.
  • Avaliação positiva do clima de segurança psicológica embarcada nas auditorias da NR-37.

Plano de transferência para o trabalho

  • Em até 30 dias: selecionar uma equipe, rotina ou processo para observar a distribuição de demandas, prioridades e pontos de sobrecarga.
  • Em até 60 dias: realizar uma conversa estruturada de alinhamento sobre prioridades, limites e apoios necessários.
  • Em até 90 dias: acompanhar um ajuste de rotina, delegação ou comunicação e registrar seus aprendizados para a equipe.

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